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O que você precisa saber sobre tratamento de efluentes industriais

Para que uma indústria tenha pleno funcionamento, ao mesmo tempo em que evita desperdícios e prejuízos, é necessário que a gestão cumpra uma série de procedimentos essenciais. Entre eles está o correto tratamento de efluentes industriais, comumente gerado nas etapas do processo produtivo.

Um dos principais motivos é o uso intensivo da água pelo setor industrial, que segundo a Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil chega a 9,5% anualmente, ou seja, um consumo de 105 m³/s. Além desses números, o relatório também aponta que para diferentes fins, a retirada irá aumentar 30% até 2030.

Considerada um recurso natural renovável, a água consegue recuperar suas qualidades se for tratada de forma adequada. Ao contrário, se houver negligência por parte das organizações, os efluentes podem contaminar uma variedade de corpos d’água, gerando graves consequências aos agentes envolvidos.

Além disso, a partir da preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade, as empresas melhoram sua imagem institucional, valorizando cada vez mais a responsabilidade ambiental em suas atividades.

Como identificar a necessidade de realizar o tratamento de efluentes?

A legislação brasileira é rigorosa quando se trata do tratamento de efluentes industriais. Para que estejam regularizadas, as empresas devem estar de acordo com resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), além de leis estaduais e municipais.

Esse controle não se dá à toa. As indústrias são as maiores poluidoras do Brasil e despejam diariamente um grande volume de rejeitos tóxicos nas águas de córregos, rios e lagoas, contaminando o solo e lençóis freáticos.

Desse modo, os gestores devem entender a necessidade do descarte e tratamento correto dos resíduos. Isso inclui fazer uma análise minuciosa das características de cada efluente, além de suas condições de tratabilidade, que indicam as técnicas mais adequadas.

Para identificar todas as demandas em relação aos resíduos gerados na produção e outras atividades, é possível envolver setores ligados à operação e manutenção, meio ambiente, qualidade, saúde e segurança, suprimentos e compras, por exemplo. As áreas podem contribuir no entendimento e influência das necessidades e oportunidades geradas pela gestão adequada dos resíduos e na modalidade de tratamento ideal para cada empresa.

Vantagens de realizar um tratamento adequado:

  • Auxilia na preservação ambiental e previne danos de alto impacto no ecossistema;
  • evita alteração das características do solo e da água, além da poluição e da contaminação dos recursos naturais;
  • melhora a qualidade de vida da população da região, já que minimiza o lançamento de efluentes responsáveis pela proliferação de doenças, como hepatite A e cólera;
  • contribui para a boa imagem e resultados da empresa graças a ações ambientalmente corretas;
  • evita prejuízos financeiros que podem levar até mesmo à paralisação das atividades;
  • otimização das operações e minimização de custos da empresa.

Em qualquer uma das modalidades de tratamento as empresas conquistam esses benefícios. Entretanto, é importante escolher aquela que mais se adequa às demandas e orçamento.

Fonte: https://www.teraambiental.com.br/tratamento-de-efluentes-industriais#:~:text=A%20legisla%C3%A7%C3%A3o%20brasileira%20%C3%A9%20rigorosa,n%C3%A3o%20se%20d%C3%A1%20%C3%A0%20toa

 

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