O aniversário de 10 ANOS de fundação da COOMCAT não poderia passar despercebido. Foram muitos anos de preservação do meio ambiente, contribuição social, geração de empregos, economia e, além disso, de muitas histórias incentivadoras!
Partimos do princípio que o medo não é negativo em si, ele é um aspecto, uma emoção básica, necessária, para que possamos ser verdadeiramente inteiros. Por isso toda mudança gera medo, principalmente porque ela leva para o desconhecido, a um mundo estranho, que te tira da zona de conforto. Mas se nada mudar e tudo permanecer estático, você nunca terá medo algum correto?
O Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais é um conjunto de informações sobre a geração, características, armazenamento, transporte, tratamento, reutilização, reciclagem, recuperação e disposição final dos resíduos sólidos gerados pelas indústrias brasileiras. Além de ajudar na preservação e no impacto ambiental, o Inventário é uma forma de evitar processos, multas e irregularidades, sendo uma importante ferramenta de gestão para as empresas e de fiscalização para o poder público.
Depois de quase um ano de trabalho, foi oficializada a elaboração do Plano de Ação Territorial para a conservação de espécies ameaçadas de extinção do PAT Planalto Sul. Essa oficialização contou com a publicação de duas Portarias, uma de cada estado, a de n° 260/2019 do IMA-SC e a de n° 114/2020 da SEMA-RS.
Na série de obrigações a serem cumpridas são: faturas para emitir para os clientes, pagamentos a realizar, emissão de relatórios gerenciais e operacionais e, além de tudo isso, ainda é preciso emitir os certificados para cada cliente. Há várias maneiras de se gerar esse documento, no entanto, a forma mais prática e segura é a emissão digital dos certificados através de plataformas especializadas na gestão de resíduos.
A lei 12.305/2010, popularmente chamada de PNRS, foi regulamentada no dia 02/08/2010. Dessa forma, completou-se 10 anos desde o surgimento da temática dos resíduos sólidos no Brasil. Por isso, neste texto tentaremos demonstrar alguns avanços e retrocessos que a nossa equipe observou com respeito ao tema em questão.
Grandes empresas já estabelecem diretrizes sustentáveis há anos em suas organizações, às vezes por exigência do mercado, por cumprimento de políticas públicas, pela questão comercial do marketing verde ou pelo fato de já terem um viés ambiental intrínseco na sua cultura organizacional. O fato é que muitas estabelecem essas normas em reuniões de alta administração mas, por vezes, acabam não permeando para dentro de seus processos. Se elas fossem levadas a todos os processos das empresas, poderíamos estar aliviando os impactos ambientais do nosso planeta.
No dia 22 de julho, ocorreu a 46ª reunião extraordinária do Conselho Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul. Por meio de uma videoconferência, os conselheiros aprovaram por unanimidade a Portaria que normatiza os procedimentos para a realização de audiências públicas online no âmbito do licenciamento ambiental. A inclusão dessa pauta partiu da Fundação Estadual de Proteção Ambiental.